Uglies

Uglies Vol.1: Imperfeitos
Scott Westerfeld

brevement|coming soon

Críticas Recentes

«É sempre um prazer entrar nos mundos de scott Westerfeld. Depois da leitura da série "Midnighters", estreio-me na série "Uglies", com óptimas referências.
Apesar de já estar habituada à mestria de Westerfeld em conceber fatores científicos, futuristas, este livro surpreende imenso, no sentido em que somos transporatdos para a sua mente brilhante. É fantástico o modo como ele orquestra histórias tão próximas da realidade e ao mesmo tempo parecem tão longínquas.
A utopia das civilizações perfeitas não é novidade, mas colocar a perfeição nos rostos para além dos comportamentos é delicioso. Torna-se complicado imaginar a perfeição dos "perfeitos" uma vez que esta palavra é extremamente subjetiva, contudo, ao longo do livro vamos percebendo que a beleza não é aleatória e não parte da impressão da cada um, mas sim de um todo. Há um estímulo invisível que obriga os habitantes desde tenra idade a verem a beleza tal e qual como é suposto verem.
Tally não é uma protagonista esperada para este tipo de obra, mas devo dizer que funciona perfeitamente. Esta jovem que acaba de completar 16 anos, não é corajosa, não é rebelde e não está contra a sociedade onde cresceu. Aliás, ela aspira ser "perfeita" e poder finalmente juntar-se à "perfeição" da "perfeilandia".
 
Não vou contar o enredo, deixo ao vosso critério decidir se querem conhecer esta fabulosa história que nos remete a refletir nas imperfeições que odiamos e que no fundo é o que nos torna especiais.
Scott Westerfeld está na minha lista de autores a seguir.» 

 

- Andreia Ferreira (Blogue D311nh4)

«Imperfeitos é uma muito boa surpresa dentro do género da ficção científica. Enveredando por um caminho totalmente aposto ao de Midnighters, o autor consegue aqui criar um universo futurista recheado de questões sociais que, infelizmente, podem ser encontradas no mundo em que vivemos. 

Um livro recheado de aventura, suspense e ambiguidade, pois, por um lado, temos um mundo onde todos os seus habitantes são iguais, não havendo nem fome nem guerra, mas, por outro, acabamos por não nos conseguirmos distinguir, deixamos de ser únicos e perdemos a nossa capacidade pessoal de pensar. 


Uma história de reflexão, com segundos sentidos profundos. Não foi uma leitura que me encheu as medidas, pois não me consegui ligar mesmo à história, mas gostei do que li. Foi diferente. Uma novidade para mim.»
 

- Patrícia Santos (Segredo dos Livros)